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Você tem se escutado ultimamente? 🌿

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Na correria do dia a dia, é muito fácil ouvir todo mundo e esquecer de ouvir a si mesmo. Você pergunta como os outros estão, resolve problemas, cumpre responsabilidades e segue em frente. Mas quando foi a última vez que você parou para perguntar: “Como eu realmente estou?” Escutar a si mesmo significa prestar atenção aos seus sentimentos, reconhecer seus limites e perceber quando algo não está bem. Às vezes, o cansaço, a irritação, a tristeza ou até a falta de vontade podem ser sinais de que você precisa desacelerar e olhar para dentro. Você não precisa ter todas as respostas. Comece simplesmente reconhecendo o que sente, sem julgamentos. Cuidar de si também é aprender a se ouvir. 💚 Hoje, reserve alguns minutos para você e pergunte: “O que eu estou sentindo? Do que eu preciso neste momento?” Talvez essa simples pergunta seja o primeiro passo para compreender melhor a pessoa mais importante da sua vida: você.

Fazer terapia é sinal de fraqueza? Entenda por que pedir ajuda é um ato de coragem

  Introdução “Eu preciso resolver isso sozinho.” Essa frase ainda faz parte da realidade de muitas pessoas. A ideia de que precisamos ser fortes o tempo todo pode fazer com que sofrimento, medo, insegurança e tristeza sejam escondidos. Mas será que pedir ajuda realmente significa ser fraco? Na verdade, reconhecer que precisamos de apoio pode ser uma das atitudes mais corajosas que podemos tomar. De onde vem esse preconceito? Durante muito tempo, problemas emocionais foram tratados como falta de força de vontade ou exagero. Esse pensamento fez com que muitas pessoas deixassem de procurar ajuda profissional mesmo quando estavam enfrentando situações que prejudicavam sua qualidade de vida. A saúde mental merece a mesma atenção e respeito que damos à saúde física. Procurar terapia exige coragem Para iniciar um processo terapêutico, muitas vezes é necessário reconhecer sentimentos que preferíamos ignorar. Falar sobre medos, inseguranças, conflitos e experiências difíceis pode ser descon...

🧠 Terapia: cuidar da mente também é cuidar de si

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  Cuidar da saúde não significa apenas prestar atenção ao corpo. Nossa mente também precisa de cuidado, acolhimento e atenção. A terapia pode ajudar a pessoa a compreender melhor seus sentimentos, pensamentos e comportamentos, além de desenvolver novas formas de enfrentar situações difíceis. Não é preciso esperar chegar ao limite para procurar ajuda. Assim como fazemos consultas para cuidar do corpo, também podemos buscar apoio para cuidar das emoções. Cuidar de você não é egoísmo. É uma forma de amor-próprio. 🌻 #Terapia #SaúdeMental #Autocuidado #BemEstar #AmorPróprio
  Benefícios da Musicoterapia Além de proporcionar sensação de bem-estar, a música quando usada como terapia, pode trazer benefícios para a saúde como melhorar o humor, a concentração e o raciocínio lógico. A musicoterapia é uma boa opção para crianças se desenvolverem melhor, tendo uma maior capacidade de aprendizagem mas também pode ser usada em empresas ou como opção de crescimento pessoal.  A musicoterapia é um tipo de tratamento que utiliza músicas com letra ou somente na forma instrumental, além de instrumentos como violão, flauta e outros de percussão onde o objetivo não é aprender a cantar ou tocar um instrumento, mas saber reconhecer os sons de cada um ter a possibilidade de expressar suas emoções através destes sons. Principais benefícios A musicoterapia estimula o bom humor, aumenta a disposição e consequentemente, reduz a ansiedade, o stress e a depressão e além disso ainda:  Melhora a expressão corporal Aumenta a capacidade respiratória Es...
  Psicopedagogia em cinco respostas Estabelecida no Brasil desde os anos 1970, a área de psicopedagogia é uma das mais procuradas por educadores na pós-graduação. É nesse nível de ensino que se encontram boa parte das formações, a maioria de especialização. Como o nome sugere, o foco recai no entendimento dos processos psicológicos envolvidos na aprendizagem. "Muitos educadores têm buscado o curso para lidar com a inclusão, que ainda recebe pouca atenção na graduação", afirma Irene Maluf, conselheira da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). A atuação gera polêmica. O Conselho Federal de Psicologia (CPF) atacou a regulamentação da psicopedagogia - aprovada no Congresso em 2014, mas ainda sem sanção de Dilma Rousseff - argumentando que especialização não é profissão (dura apenas dois anos) e que as dificuldades no desempenho escolar não podem ser vistas só pela ótica individual de cada aluno. Veja nos quadros se o curso é para você.   Como é o mercado de trabalho? Na ...